segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Minha observação na turma da Etapa 8- EJA
Para a atividade do poster fiz uma observação de uma turma da etapa 8 da EJA, na EMEF DUQUE DE CAXIAS em Canoas, a saída de campo, minha contribuição para o meu grupo também foi com esta turma. No dia em que observei notei que a maioria dos alunos era de jovens, e apenas um adulto,mas naquele dia estavam faltando alguns alunos, e senti naquela turma muita alegria e entusiasmo pela formatura que se aproxima, aliás tive a impressão de que todos os alunos da EJA, na escola Duque de Caxias, estavam bem introsados e sentindo-se pertencer aquele local, a equipe da noite( professores, coordenador) também pareceu estar bem engajada e com vontade que tudo dê certo, porque aqui em Canoas, neste ano, muitas escolas perderam a EJA, minha escola foi uma delas, então como eu disse para uma colega e usando uma expressão própria da minha escola, "ELES ESTÃO SE PUXANDO"; E na minha opinião estão desenvolvendo uma alfabetização/ ensino crítica, com leitura do mundo destes alunos como nos coloca FREIRE E MACEDO.
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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL,
LIBRAS
domingo, 18 de outubro de 2009
INCLUSÃO SOCIAL
Portal do Mec:
Exame certifica proficiência em língua brasileira de sinais
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 - 15:37
Mais de 5,7 mil candidatos estão inscritos para os exames do programa Prolibras realizado pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Do total de inscritos, 2.885 farão exames de Certificação de Proficiência no Uso e no Ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e 2.821 de Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa.A prova objetiva será aplicada no próximo dia 25 e a prova prática dia 27, nos 26 estados e no Distrito Federal. Os dois exames se destinam a candidatos fluentes em Libras - surdos ou ouvintes – e que tenham concluído ou que concluam este ano o ensino médio ou superior.O exame objetivo terá 20 questões sobre compreensão da Língua Brasileira de Sinais (formulada em Libras) abordando conhecimentos da língua e da legislação específica; e a prova prática terá duração de 15 minutos: será individual, filmada em estúdio, e tratará de um tema do programa de nível médio ou superior. De acordo com o Edital nº 1/2009, os participantes do exame de proficiência no uso e no ensino da Libras serão avaliados nos aspectos da fluência na língua e competência metodológica para o ensino. A prova prática de proficiência em tradução e interpretação da Libras vai avaliar o candidato sobre quatro competências: fluência em Libras e estruturação textual; fluência em português e estruturação textual.Provas – De acordo com o edital, as provas serão aplicadas em instituições públicas de ensino nestas cidades: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Vitória, São Luís, Teresina, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), São Gonçalo (RJ) e Uberlândia (MG).Balanço - De 2006, quando foi criado, a 2008, segundo dados da Secretaria de Educação Especial do MEC, o programa certificou 4.104 pessoas. Deste conjunto, 1.938 profissionais têm certificado para o ensino da Libras e 2.167, para tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais. Ionice Lorenzoni
Exame certifica proficiência em língua brasileira de sinais
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 - 15:37
Mais de 5,7 mil candidatos estão inscritos para os exames do programa Prolibras realizado pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Do total de inscritos, 2.885 farão exames de Certificação de Proficiência no Uso e no Ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e 2.821 de Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa.A prova objetiva será aplicada no próximo dia 25 e a prova prática dia 27, nos 26 estados e no Distrito Federal. Os dois exames se destinam a candidatos fluentes em Libras - surdos ou ouvintes – e que tenham concluído ou que concluam este ano o ensino médio ou superior.O exame objetivo terá 20 questões sobre compreensão da Língua Brasileira de Sinais (formulada em Libras) abordando conhecimentos da língua e da legislação específica; e a prova prática terá duração de 15 minutos: será individual, filmada em estúdio, e tratará de um tema do programa de nível médio ou superior. De acordo com o Edital nº 1/2009, os participantes do exame de proficiência no uso e no ensino da Libras serão avaliados nos aspectos da fluência na língua e competência metodológica para o ensino. A prova prática de proficiência em tradução e interpretação da Libras vai avaliar o candidato sobre quatro competências: fluência em Libras e estruturação textual; fluência em português e estruturação textual.Provas – De acordo com o edital, as provas serão aplicadas em instituições públicas de ensino nestas cidades: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Vitória, São Luís, Teresina, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), São Gonçalo (RJ) e Uberlândia (MG).Balanço - De 2006, quando foi criado, a 2008, segundo dados da Secretaria de Educação Especial do MEC, o programa certificou 4.104 pessoas. Deste conjunto, 1.938 profissionais têm certificado para o ensino da Libras e 2.167, para tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais. Ionice Lorenzoni
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O surdo e a sociedade

Confesso que no início do filme me chocou aquele hospital em que Jonas estava, claro para mim é algo natural uma pessoa surda viver em sociedade, quer dizer, fazer tudo o que nós fazemos, pois são pessoas normais, apenas falam de um outro jeito; não consigo imaginar todo o tipo de preconceito que Jonas e sua família passaram, e quero acreditar que no século 21, isto não acontece mais. A luta de Jonas e de sua mãe para que existisse comunicação entre eles é comovente, e me recordo de uma outra mãe, de um outro filme "Mr. Holland- Adorável Professor", que também aborda o assunto surdez e da superação das pessoas, em especial na figura da mãe. Vale a pena assistir!
Quero crer que atualmente "todos" os surdos tenham acesso à escola, seja ela pública e regular ou somente para eles como temos em Canoas( a EMEF VITÓRIA), quero crer que todos eles estejam integrados a sociedade e em busca de todas as suas realizações.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
26 de setembro- Data para Celebrar a Inclusão
A Comunidade Surda Brasileira comemora em 26 de setembro,o Dia Nacional do Surdo, data em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida, trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania.
O dia 26 de setembro também marca a data da inauguração da primeira escola para Surdos, em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro,atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, tendo como fundador o professor francês Hernest Huet, que era surdo.
O dia 26 de setembro também marca a data da inauguração da primeira escola para Surdos, em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro,atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, tendo como fundador o professor francês Hernest Huet, que era surdo.
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LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
EDUCAÇÃO ESPECIAL- MEU ENVOLVIMENTO
Eu estava realizando a atividade da unidade 1, e uma das questões norteadoras perguntava assim:
- De que maneira você se sente envolvida nesse processo?
Bem, a atividade consistia em responder a algumas questões sobre o texto História, Deficiência e Educação Especial de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, o texto é pequeno, mais esclarecedor, em pouquíssimas páginas explica um pouco da Educação Especial no mundo e no Brasil, desde a Era Pré-Cristã, onde os indivíduos "diferentes" eram abandonados, perseguidos ou eliminados, até o século passado, com o movimento de integração social destes mesmos indivíduos, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Para mim foi ótimo a realização desta atividade, pois, estou inscrita, via minha escola e mantenedora( SME- Canoas), no Curso de Extensão Atividades Físicas, promovido pelo MEC, ainda não iniciei o curso, mas as expectativas são grandes, inclusive com esta retomada da interdisciplina EPNEE. Portanto eu me sinto muito envolvida,porque além da expectativa do início do curso, eu fico pensando como será meu aluno especial, como ele será mesmo fisicamente e emocionalmente. Qual será o meu nível de envolvimento com este aluno, pois, me envolvo emocionalmente com meus alunos, não consigo trabalhar de outro forma! Conscidentemente eu estou retomando as aprendizagens da interdisciplina, no momento em que me preparo para este novo curso.
- De que maneira você se sente envolvida nesse processo?
Bem, a atividade consistia em responder a algumas questões sobre o texto História, Deficiência e Educação Especial de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, o texto é pequeno, mais esclarecedor, em pouquíssimas páginas explica um pouco da Educação Especial no mundo e no Brasil, desde a Era Pré-Cristã, onde os indivíduos "diferentes" eram abandonados, perseguidos ou eliminados, até o século passado, com o movimento de integração social destes mesmos indivíduos, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Para mim foi ótimo a realização desta atividade, pois, estou inscrita, via minha escola e mantenedora( SME- Canoas), no Curso de Extensão Atividades Físicas, promovido pelo MEC, ainda não iniciei o curso, mas as expectativas são grandes, inclusive com esta retomada da interdisciplina EPNEE. Portanto eu me sinto muito envolvida,porque além da expectativa do início do curso, eu fico pensando como será meu aluno especial, como ele será mesmo fisicamente e emocionalmente. Qual será o meu nível de envolvimento com este aluno, pois, me envolvo emocionalmente com meus alunos, não consigo trabalhar de outro forma! Conscidentemente eu estou retomando as aprendizagens da interdisciplina, no momento em que me preparo para este novo curso.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Para quem lemos/escrevemos?
Vou contar uma historinha:
Há uns 18 anos, eu trabalhava numa escola estadual, e o que vou relatar não aconteceu propriamente comigo, mas serve de exemplo para o que estudamos no módulo 1 de Linguagem e Educação.
Eu tinha uma colega e esta colega tinha um filho frequentando a 3ª série na mesma escola, com uma professora bem tradicional, mas muito querida entre os alunos, e também muito exigente.
Pois bem, esta professora dava muito valor para as redações em portiguês, ela gostava de redações perfeitas e sempre aconselhava seus alunos a primeiro fazerem um rascunho, para depois transcrever para caderno ou folha para entregar.
Um dia, o menino leu para os pais uma redação muito bonita, com um enredo fantasioso, mas bem longa, então a mãe perguntou se era a redação que teria de entregar para a professora, ele disse que não, ele fizera duas redações, a do jeito dele (que ele leu para os pais), e a que ele deveria entregar para o professora pela manhã, com três parágrafos e acentuação impecável.
Este é um exemplo de que mesmo as crianças, têm a noção de que se deve escrever de forma diferente, dependendo da pessoa para quem se escreve e da ocasião.
Há uns 18 anos, eu trabalhava numa escola estadual, e o que vou relatar não aconteceu propriamente comigo, mas serve de exemplo para o que estudamos no módulo 1 de Linguagem e Educação.
Eu tinha uma colega e esta colega tinha um filho frequentando a 3ª série na mesma escola, com uma professora bem tradicional, mas muito querida entre os alunos, e também muito exigente.
Pois bem, esta professora dava muito valor para as redações em portiguês, ela gostava de redações perfeitas e sempre aconselhava seus alunos a primeiro fazerem um rascunho, para depois transcrever para caderno ou folha para entregar.
Um dia, o menino leu para os pais uma redação muito bonita, com um enredo fantasioso, mas bem longa, então a mãe perguntou se era a redação que teria de entregar para a professora, ele disse que não, ele fizera duas redações, a do jeito dele (que ele leu para os pais), e a que ele deveria entregar para o professora pela manhã, com três parágrafos e acentuação impecável.
Este é um exemplo de que mesmo as crianças, têm a noção de que se deve escrever de forma diferente, dependendo da pessoa para quem se escreve e da ocasião.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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