segunda-feira, 17 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
QUARTA POSTAGEM- REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Minha professora orientadora Gabriela Brabo junto com a tutora Graciela Rodrigues disponibilizaram vários textos no pbworks para que se possível lêssemos e assim podéssemos refletir sobre nossa prática pedagógica. O primeiro que li é um texto retirado do livro: FREIRE, Madalena. Observação, registro e reflexão. Instrumentos Metodológicos I. 2ª ED. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996.
Este texto trata sobre o olhar que devemos ter sobre nosso aluno, sobre sua aprendizagem e de como devemos/ podemos educar nosso olhar para esta observação e para tanto estar aberto para esta observação, para se colocar no lugar do outro, neste caso nosso aluno.
Bem refletindo sobre este momento específico, que é meu estágio curricular, penso que estou totalmente aberta para esta observação, que tem acontecido inclusive diariamente para dar conta do meu diário de bordo; tenho observado mais atentamente meu aluno, em como acontece sua aprendizagem, ou quando se frusta por não conseguir realizar alguma atividade, especialmente porque estou realizando meu estágio na sala de recursos multifuncionais e este local necessita de um olhar diferenciado do educador, de ter entendimento sobre cada aluno, inclusive sobre seu histórico de vida.
...Só podemos olhar o outro e sua história se temos conosco mesmo uma abertura de aprendiz que se observa ( se estuda) em sua própria história. ( Freire, Madalena. 1996)
Através da observação atenta sobre meu aluno, reflito sobre minha prática pedagógica e posso mudá-la ou não, pois ela é flexível, assim como um educador deve ser.
Este texto trata sobre o olhar que devemos ter sobre nosso aluno, sobre sua aprendizagem e de como devemos/ podemos educar nosso olhar para esta observação e para tanto estar aberto para esta observação, para se colocar no lugar do outro, neste caso nosso aluno.
Bem refletindo sobre este momento específico, que é meu estágio curricular, penso que estou totalmente aberta para esta observação, que tem acontecido inclusive diariamente para dar conta do meu diário de bordo; tenho observado mais atentamente meu aluno, em como acontece sua aprendizagem, ou quando se frusta por não conseguir realizar alguma atividade, especialmente porque estou realizando meu estágio na sala de recursos multifuncionais e este local necessita de um olhar diferenciado do educador, de ter entendimento sobre cada aluno, inclusive sobre seu histórico de vida.
...Só podemos olhar o outro e sua história se temos conosco mesmo uma abertura de aprendiz que se observa ( se estuda) em sua própria história. ( Freire, Madalena. 1996)
Através da observação atenta sobre meu aluno, reflito sobre minha prática pedagógica e posso mudá-la ou não, pois ela é flexível, assim como um educador deve ser.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Cadê a certeza que estava aqui?

Na última semana eu comecei a reler alguns textos das interdisciplinas estudadas para teorizar minha prática pedagógica na reflexão do planejamento semanal, pois me deparei com o primeiro texto que lemos no seminário integrador I, de Maraschin, Cleci- Cadê a certeza que estava aqui?
O texto caiu como uma luva para o momento que eu estava vivendo nas minhas reflexões sobre minha prática, pois ele nos fala sobre o que, para que e para quem planejar, que devemos ter estes questionamentos muito vivos na nossa prática, para poder obter um bom resultado e que mesmo assim pode haver desencantamento quanto a nossa profissão.
Pois bem, neste momento de estágio penso que estamos sempre buscando algo e que há dúvidas e também acertos; somente o fato de eu não me acomodar na minha profissão e principalmente neste momento que estou vivendo, já me dá um sossego, um encantamento pelo o que estou fazendo, apesar dos percalços, que são inerentes a vida.
O texto caiu como uma luva para o momento que eu estava vivendo nas minhas reflexões sobre minha prática, pois ele nos fala sobre o que, para que e para quem planejar, que devemos ter estes questionamentos muito vivos na nossa prática, para poder obter um bom resultado e que mesmo assim pode haver desencantamento quanto a nossa profissão.
Pois bem, neste momento de estágio penso que estamos sempre buscando algo e que há dúvidas e também acertos; somente o fato de eu não me acomodar na minha profissão e principalmente neste momento que estou vivendo, já me dá um sossego, um encantamento pelo o que estou fazendo, apesar dos percalços, que são inerentes a vida.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Primeiro dia de estágio
Planejar para aplicar com alunos as atividades, pensar no referencial teórico para esta prática, depois de quatro anos de estudos, reflexões, leituras, construções em grupo, enfim, após tanto relacionar a teoria com a prática, me sinto preparada para aplicar tal teoria, por exemplo, meu estágio está sendo na sala de recursos, trabalhando com alunos com necessidades educacionais especiais, mais especialmente alunos com deficiência intelectual ( mental) segundo a Declaração de Montreal sobre Deficiência Intelectual de 06/10/04, então pretendo me valer muito das leituras e atividades da interdisciplina PNEE para percorrer esta caminhada.
domingo, 11 de abril de 2010
8º SEMESTRE
Estamos iniciando o 8º e penúltimo semestre da nossa caminhada no PEAD, 2010 é o ano do estágio curricular ( o qual estamos iniciando dia 12/04) e do trabalho de conclusão no 9º semestre.
Muita coisa aconteceu desde aquele primeiro dia de aula presencial numa noite fria de agosto de 2006 até a aula de 4ª, dia 07/04/2010.
Dúvidas, incertezas, aprendizagens, reflexões, amizades de colegas, tutoras e professoras.
Posso afirmar que no meu caso foi e ainda está sendo um tempo de aprendizagens, mesmo que em alguns semestres eu tenha atrasado atividades ( que na maioria das vezes foi por problemas pessoais) afirmo que os últimos quatro anos mudaram minha maneira de pensar EDUCAÇÃO, também mudei minha prática pedagógica em função da teoria que foi estudada durante o curso, me tornei mais curiosa em relação ao meu trabalho, investigativa; tenho planos de continuar meus estudos, pois atualmente sou da opinião que um educador não deve deixar de estudar, de pesquisar.
Penso que no decorrer da graduação passei a me valorizar mais, e isto aconteceu também com pessoas do meu convívio, no trabalho.
Quero aqui começar registros de minhas aprendizagens como professora estagiária neste 8º semestre, refletindo sobre elas a cada postagem. Boa sorte para todas nós!
Muita coisa aconteceu desde aquele primeiro dia de aula presencial numa noite fria de agosto de 2006 até a aula de 4ª, dia 07/04/2010.
Dúvidas, incertezas, aprendizagens, reflexões, amizades de colegas, tutoras e professoras.
Posso afirmar que no meu caso foi e ainda está sendo um tempo de aprendizagens, mesmo que em alguns semestres eu tenha atrasado atividades ( que na maioria das vezes foi por problemas pessoais) afirmo que os últimos quatro anos mudaram minha maneira de pensar EDUCAÇÃO, também mudei minha prática pedagógica em função da teoria que foi estudada durante o curso, me tornei mais curiosa em relação ao meu trabalho, investigativa; tenho planos de continuar meus estudos, pois atualmente sou da opinião que um educador não deve deixar de estudar, de pesquisar.
Penso que no decorrer da graduação passei a me valorizar mais, e isto aconteceu também com pessoas do meu convívio, no trabalho.
Quero aqui começar registros de minhas aprendizagens como professora estagiária neste 8º semestre, refletindo sobre elas a cada postagem. Boa sorte para todas nós!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O DIÁLOGO COMO ESSÊNCIA DA EDUCAÇÃO E PRÁTICA DA LIBERDADE
"EXISTIR, HUMANAMENTE, É PRONUNCIAR O MUNDO, É MODIFICÁ-LO. O MUNDO PRONUNCIADO, POR SUA VEZ, SE VOLTA PROBLEMATIZADO AOS SUJEITOS PRONUNCIANTES, A EXIGIR DELES NOVO PRONUNCIAR". ( PAULO FREIRE).
Há muito tempo tenho usado a premissa do diálogo na minha sala de aula, na verdade acho essencial o diálogo no trabalho de sala de aula, pois além de ser uma construção para a cidadania , creio que através do diálogo também aprendemos a conhecer as pessoas, e os pequenos te dizem muita coisa em uma conversa, não no sentido de saber da vida deles, mas adquirindo o hábito do diálogo com os alunos, aprendemos a conhecê-los e descobrimos o que eles esperam de nós, seus professores, da escola e da vida.
Portanto adquirindo o hábito do diálogo com nossos alunos, estaremos de alguma forma contribuindo para que eles ao tornarem-se homens, também façam uso do mesmo, para o bom conhecimento das pessoas e do mundo.
Há muito tempo tenho usado a premissa do diálogo na minha sala de aula, na verdade acho essencial o diálogo no trabalho de sala de aula, pois além de ser uma construção para a cidadania , creio que através do diálogo também aprendemos a conhecer as pessoas, e os pequenos te dizem muita coisa em uma conversa, não no sentido de saber da vida deles, mas adquirindo o hábito do diálogo com os alunos, aprendemos a conhecê-los e descobrimos o que eles esperam de nós, seus professores, da escola e da vida.
Portanto adquirindo o hábito do diálogo com nossos alunos, estaremos de alguma forma contribuindo para que eles ao tornarem-se homens, também façam uso do mesmo, para o bom conhecimento das pessoas e do mundo.
Minha observação na turma da Etapa 8- EJA
Para a atividade do poster fiz uma observação de uma turma da etapa 8 da EJA, na EMEF DUQUE DE CAXIAS em Canoas, a saída de campo, minha contribuição para o meu grupo também foi com esta turma. No dia em que observei notei que a maioria dos alunos era de jovens, e apenas um adulto,mas naquele dia estavam faltando alguns alunos, e senti naquela turma muita alegria e entusiasmo pela formatura que se aproxima, aliás tive a impressão de que todos os alunos da EJA, na escola Duque de Caxias, estavam bem introsados e sentindo-se pertencer aquele local, a equipe da noite( professores, coordenador) também pareceu estar bem engajada e com vontade que tudo dê certo, porque aqui em Canoas, neste ano, muitas escolas perderam a EJA, minha escola foi uma delas, então como eu disse para uma colega e usando uma expressão própria da minha escola, "ELES ESTÃO SE PUXANDO"; E na minha opinião estão desenvolvendo uma alfabetização/ ensino crítica, com leitura do mundo destes alunos como nos coloca FREIRE E MACEDO.
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