segunda-feira, 12 de abril de 2010
Primeiro dia de estágio
Planejar para aplicar com alunos as atividades, pensar no referencial teórico para esta prática, depois de quatro anos de estudos, reflexões, leituras, construções em grupo, enfim, após tanto relacionar a teoria com a prática, me sinto preparada para aplicar tal teoria, por exemplo, meu estágio está sendo na sala de recursos, trabalhando com alunos com necessidades educacionais especiais, mais especialmente alunos com deficiência intelectual ( mental) segundo a Declaração de Montreal sobre Deficiência Intelectual de 06/10/04, então pretendo me valer muito das leituras e atividades da interdisciplina PNEE para percorrer esta caminhada.
domingo, 11 de abril de 2010
8º SEMESTRE
Estamos iniciando o 8º e penúltimo semestre da nossa caminhada no PEAD, 2010 é o ano do estágio curricular ( o qual estamos iniciando dia 12/04) e do trabalho de conclusão no 9º semestre.
Muita coisa aconteceu desde aquele primeiro dia de aula presencial numa noite fria de agosto de 2006 até a aula de 4ª, dia 07/04/2010.
Dúvidas, incertezas, aprendizagens, reflexões, amizades de colegas, tutoras e professoras.
Posso afirmar que no meu caso foi e ainda está sendo um tempo de aprendizagens, mesmo que em alguns semestres eu tenha atrasado atividades ( que na maioria das vezes foi por problemas pessoais) afirmo que os últimos quatro anos mudaram minha maneira de pensar EDUCAÇÃO, também mudei minha prática pedagógica em função da teoria que foi estudada durante o curso, me tornei mais curiosa em relação ao meu trabalho, investigativa; tenho planos de continuar meus estudos, pois atualmente sou da opinião que um educador não deve deixar de estudar, de pesquisar.
Penso que no decorrer da graduação passei a me valorizar mais, e isto aconteceu também com pessoas do meu convívio, no trabalho.
Quero aqui começar registros de minhas aprendizagens como professora estagiária neste 8º semestre, refletindo sobre elas a cada postagem. Boa sorte para todas nós!
Muita coisa aconteceu desde aquele primeiro dia de aula presencial numa noite fria de agosto de 2006 até a aula de 4ª, dia 07/04/2010.
Dúvidas, incertezas, aprendizagens, reflexões, amizades de colegas, tutoras e professoras.
Posso afirmar que no meu caso foi e ainda está sendo um tempo de aprendizagens, mesmo que em alguns semestres eu tenha atrasado atividades ( que na maioria das vezes foi por problemas pessoais) afirmo que os últimos quatro anos mudaram minha maneira de pensar EDUCAÇÃO, também mudei minha prática pedagógica em função da teoria que foi estudada durante o curso, me tornei mais curiosa em relação ao meu trabalho, investigativa; tenho planos de continuar meus estudos, pois atualmente sou da opinião que um educador não deve deixar de estudar, de pesquisar.
Penso que no decorrer da graduação passei a me valorizar mais, e isto aconteceu também com pessoas do meu convívio, no trabalho.
Quero aqui começar registros de minhas aprendizagens como professora estagiária neste 8º semestre, refletindo sobre elas a cada postagem. Boa sorte para todas nós!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O DIÁLOGO COMO ESSÊNCIA DA EDUCAÇÃO E PRÁTICA DA LIBERDADE
"EXISTIR, HUMANAMENTE, É PRONUNCIAR O MUNDO, É MODIFICÁ-LO. O MUNDO PRONUNCIADO, POR SUA VEZ, SE VOLTA PROBLEMATIZADO AOS SUJEITOS PRONUNCIANTES, A EXIGIR DELES NOVO PRONUNCIAR". ( PAULO FREIRE).
Há muito tempo tenho usado a premissa do diálogo na minha sala de aula, na verdade acho essencial o diálogo no trabalho de sala de aula, pois além de ser uma construção para a cidadania , creio que através do diálogo também aprendemos a conhecer as pessoas, e os pequenos te dizem muita coisa em uma conversa, não no sentido de saber da vida deles, mas adquirindo o hábito do diálogo com os alunos, aprendemos a conhecê-los e descobrimos o que eles esperam de nós, seus professores, da escola e da vida.
Portanto adquirindo o hábito do diálogo com nossos alunos, estaremos de alguma forma contribuindo para que eles ao tornarem-se homens, também façam uso do mesmo, para o bom conhecimento das pessoas e do mundo.
Há muito tempo tenho usado a premissa do diálogo na minha sala de aula, na verdade acho essencial o diálogo no trabalho de sala de aula, pois além de ser uma construção para a cidadania , creio que através do diálogo também aprendemos a conhecer as pessoas, e os pequenos te dizem muita coisa em uma conversa, não no sentido de saber da vida deles, mas adquirindo o hábito do diálogo com os alunos, aprendemos a conhecê-los e descobrimos o que eles esperam de nós, seus professores, da escola e da vida.
Portanto adquirindo o hábito do diálogo com nossos alunos, estaremos de alguma forma contribuindo para que eles ao tornarem-se homens, também façam uso do mesmo, para o bom conhecimento das pessoas e do mundo.
Minha observação na turma da Etapa 8- EJA
Para a atividade do poster fiz uma observação de uma turma da etapa 8 da EJA, na EMEF DUQUE DE CAXIAS em Canoas, a saída de campo, minha contribuição para o meu grupo também foi com esta turma. No dia em que observei notei que a maioria dos alunos era de jovens, e apenas um adulto,mas naquele dia estavam faltando alguns alunos, e senti naquela turma muita alegria e entusiasmo pela formatura que se aproxima, aliás tive a impressão de que todos os alunos da EJA, na escola Duque de Caxias, estavam bem introsados e sentindo-se pertencer aquele local, a equipe da noite( professores, coordenador) também pareceu estar bem engajada e com vontade que tudo dê certo, porque aqui em Canoas, neste ano, muitas escolas perderam a EJA, minha escola foi uma delas, então como eu disse para uma colega e usando uma expressão própria da minha escola, "ELES ESTÃO SE PUXANDO"; E na minha opinião estão desenvolvendo uma alfabetização/ ensino crítica, com leitura do mundo destes alunos como nos coloca FREIRE E MACEDO.
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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL,
LIBRAS
domingo, 18 de outubro de 2009
INCLUSÃO SOCIAL
Portal do Mec:
Exame certifica proficiência em língua brasileira de sinais
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 - 15:37
Mais de 5,7 mil candidatos estão inscritos para os exames do programa Prolibras realizado pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Do total de inscritos, 2.885 farão exames de Certificação de Proficiência no Uso e no Ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e 2.821 de Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa.A prova objetiva será aplicada no próximo dia 25 e a prova prática dia 27, nos 26 estados e no Distrito Federal. Os dois exames se destinam a candidatos fluentes em Libras - surdos ou ouvintes – e que tenham concluído ou que concluam este ano o ensino médio ou superior.O exame objetivo terá 20 questões sobre compreensão da Língua Brasileira de Sinais (formulada em Libras) abordando conhecimentos da língua e da legislação específica; e a prova prática terá duração de 15 minutos: será individual, filmada em estúdio, e tratará de um tema do programa de nível médio ou superior. De acordo com o Edital nº 1/2009, os participantes do exame de proficiência no uso e no ensino da Libras serão avaliados nos aspectos da fluência na língua e competência metodológica para o ensino. A prova prática de proficiência em tradução e interpretação da Libras vai avaliar o candidato sobre quatro competências: fluência em Libras e estruturação textual; fluência em português e estruturação textual.Provas – De acordo com o edital, as provas serão aplicadas em instituições públicas de ensino nestas cidades: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Vitória, São Luís, Teresina, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), São Gonçalo (RJ) e Uberlândia (MG).Balanço - De 2006, quando foi criado, a 2008, segundo dados da Secretaria de Educação Especial do MEC, o programa certificou 4.104 pessoas. Deste conjunto, 1.938 profissionais têm certificado para o ensino da Libras e 2.167, para tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais. Ionice Lorenzoni
Exame certifica proficiência em língua brasileira de sinais
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 - 15:37
Mais de 5,7 mil candidatos estão inscritos para os exames do programa Prolibras realizado pelo Ministério da Educação em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). Do total de inscritos, 2.885 farão exames de Certificação de Proficiência no Uso e no Ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e 2.821 de Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa.A prova objetiva será aplicada no próximo dia 25 e a prova prática dia 27, nos 26 estados e no Distrito Federal. Os dois exames se destinam a candidatos fluentes em Libras - surdos ou ouvintes – e que tenham concluído ou que concluam este ano o ensino médio ou superior.O exame objetivo terá 20 questões sobre compreensão da Língua Brasileira de Sinais (formulada em Libras) abordando conhecimentos da língua e da legislação específica; e a prova prática terá duração de 15 minutos: será individual, filmada em estúdio, e tratará de um tema do programa de nível médio ou superior. De acordo com o Edital nº 1/2009, os participantes do exame de proficiência no uso e no ensino da Libras serão avaliados nos aspectos da fluência na língua e competência metodológica para o ensino. A prova prática de proficiência em tradução e interpretação da Libras vai avaliar o candidato sobre quatro competências: fluência em Libras e estruturação textual; fluência em português e estruturação textual.Provas – De acordo com o edital, as provas serão aplicadas em instituições públicas de ensino nestas cidades: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Vitória, São Luís, Teresina, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), São Gonçalo (RJ) e Uberlândia (MG).Balanço - De 2006, quando foi criado, a 2008, segundo dados da Secretaria de Educação Especial do MEC, o programa certificou 4.104 pessoas. Deste conjunto, 1.938 profissionais têm certificado para o ensino da Libras e 2.167, para tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais. Ionice Lorenzoni
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O surdo e a sociedade

Confesso que no início do filme me chocou aquele hospital em que Jonas estava, claro para mim é algo natural uma pessoa surda viver em sociedade, quer dizer, fazer tudo o que nós fazemos, pois são pessoas normais, apenas falam de um outro jeito; não consigo imaginar todo o tipo de preconceito que Jonas e sua família passaram, e quero acreditar que no século 21, isto não acontece mais. A luta de Jonas e de sua mãe para que existisse comunicação entre eles é comovente, e me recordo de uma outra mãe, de um outro filme "Mr. Holland- Adorável Professor", que também aborda o assunto surdez e da superação das pessoas, em especial na figura da mãe. Vale a pena assistir!
Quero crer que atualmente "todos" os surdos tenham acesso à escola, seja ela pública e regular ou somente para eles como temos em Canoas( a EMEF VITÓRIA), quero crer que todos eles estejam integrados a sociedade e em busca de todas as suas realizações.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
26 de setembro- Data para Celebrar a Inclusão
A Comunidade Surda Brasileira comemora em 26 de setembro,o Dia Nacional do Surdo, data em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida, trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania.
O dia 26 de setembro também marca a data da inauguração da primeira escola para Surdos, em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro,atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, tendo como fundador o professor francês Hernest Huet, que era surdo.
O dia 26 de setembro também marca a data da inauguração da primeira escola para Surdos, em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro,atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos, tendo como fundador o professor francês Hernest Huet, que era surdo.
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LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
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